Você sabia que só 12% das empresas familiares chegam à terceira geração e 1% à quinta ? Esse é  um estudo da PwC feito com mais de duas mil empresas de 42 países.

No Brasil segundo o IBGE mais de 90% das empresas são familiares, porém assuntos como sucessão, holding para proteção do patrimônio, conselhos e ações de governança para  redução de carga tributária são pouco discutidos.

Não são raros os conflitos entre gerações e dificuldades na delegação de tarefas, na preparação dos sucessores e mesmo na negociação e aprovação de processos e políticas que sejam seguidas por todos.

Mudanças causam desconforto e gestão em empresas familiares são processos e não uma ação isolada. A reorganizações societárias para agrupamento de núcleos familiares em holdings e negociação de acordos de sócios e acionistas, até a elaboração de protocolos de família com regras internas sobre como os familiares devem usar os recursos da empresa, as regras de contratação de familiares e os requisitos mínimos para tanto estão afetas a esse processo que vem a perpetuar a empresa e as relações familiares.

Muitas empresas podem não ter consciência de como chegaram aonde estão, pois é natural os fundadores trabalharem duro e não verem o tempo passar, porém podem e devem se conscientizar de onde querem que esta empresa esteja daqui  a 5 anos. [RE] pense.

Postado na WJ em julho 10, 2020

Matéria adaptada do portal: https://advocaciacorporativa.com/

Para ver a matéria na íntegra acesse o link: https://advocaciacorporativa.com/desafios-da-gestao-de-empresas-familiares/